Qual é a sua melhor versão?

Por Luis Pissaia*


Um título instigante para uma questão atual e necessária: Quem sou eu?


Em momentos de crise como este é necessário questionar a nossa essência e articular a reinvenção do ser, revalidando valores e conceitos em prol da identificação do indivíduo como único e fortalecendo o autoconhecimento. Conhecer a si mesmo ou autoconhecimento é a arma mais efetiva para combater os problemas do cotidiano e formar a armadura necessária para lidar com a condição de mudança.

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A crise sanitária de 2020 desacomodou a população, em alguns casos tirou o próprio chão e em outros colocou uma nova base para seguir adiante com a reinvenção de negócios, mudanças de emprego e até mesmo a reestruturação cultural. Os padrões de consumo e prestação de serviços passam por profundas mudanças e há quem fale e escreva sobre o “novo normal” em que a sociedade pós-pandemia estará inserida.


Ainda não sei se o termo “novo normal” é o mais correto, pois me pergunto sobre o que é normal ou anormal em algum contexto mundial. Se você souber ou tiver pistas sobre isso, me chama para conversar, combinado?


As incertezas são grandes. Mas acredito que vivemos uma mudança própria do nosso tempo. Para cada época há um “novo normal” oriundo de uma crise global ou mais localizada no próprio indivíduo, por meio de uma perda ou mudança repentina nos padrões de vida.


Dessa forma, reafirmo a importância do autoconhecimento para o enfrentamento das dificuldades nesse momento de crise, representando também um diferencial perante a população. Quando o indivíduo reconhece a sua potencialidade enquanto propósito, este se localiza no tempo e espaço em que deveria estar sem medos desnecessários ou sofrimentos que levem a perder a plenitude humana.


Retomando a questão: Quem sou eu?


E agora, tens uma pista da resposta? Acredito que sim! Parte do autoconhecimento é parar e pensar sobre a própria existência, que compreende as condutas, relações, sentimentos e emoções.


Ao refletir sobre a vida, encontramos um caminho de compreensão da essência humana e do propósito que tange a caminhada temporal. Quando nos compreendemos, a vida fica mais leve, sincera e objetiva, cujos atravessamentos fazem com que a construção da identidade seja consolidada e reforçada.


É difícil olhar para si, algumas feridas podem abrir, dores surgirem e fantasmas do longínquo passado retomarem o assombro. Calma! Pensar sobre isso tudo com maturidade, refletindo sobre as causas e finalidades, vai engrandecer a sua vivência. Não se cobre por soluções, mas por maneiras diferentes de encarar o problema de frente, pois ele pode permanecer na vida de uma maneira útil que nunca pensamos antes.


Esse texto não oferece respostas e sim inquietações propositivas. Quem sou eu? Qual é a sua melhor versão? Descubra a sua! Estou construindo a minha, e esse processo é tão feliz e gratificante que deixo a indicação a você.

Sobre o autor - *Enf. Me. Luís Felipe Pissaia  - COREN/RS 498541

Mestre e Doutorando em Ensino

Especialista em Gestão e Auditoria em Serviços da Saúde

Docente Universidade do Vale do Taquari - Univates 

Enfermeiro de Rel. Empresariais - Marketing e Relacionamento Unimed VTRP

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